terça-feira, 19 de janeiro de 2021

O COMEÇO DO FIM.

― O dia D foi um domingo, dia 17 de janeiro de 2021.  Um dia D de Dória e de Dimas.  (Governador de São Paulo;  e Diretor do Instituto Butantan, respectivamente).

A hora H foi quando, após a aprovação pela ANVISA para uso emergencial (e declarando a inocuidade da Hidroxicloroquina e/ou Cloroquina como tratamento preventivo), a primeira dose da CORONAVAC,  fruto da parceria entre o laboratório chinês Sinovac e o Instituto Butantan, foi aplicada na enfermeira MÔNICA CALAZANS.

Isso não é pouco, e justifica a emoção que tomou conta do Brasil.

― Antes de continuarmos,  pedimos licença aos nossos estimados Leitores para informar que este texto está sendo publicado nos jornais O GLOBO,  JORNAL DO BRASIL e,  em sua versão,  no The New York Times (caderno Around the World).

― Continuemos.

Após 11 meses de pandemia,  acumularam-se números trágicos.

No momento em que elaboramos esse Texto,  já são mais de 210 mil brasileiros mortos por Covid-19.

A expectativa de queda do PIB gira em torno de 4,5%.

Existem mais de 14 milhões de trabalhadores desempregados no País.

 Um IRRESPONSÁVEL e HOMICIDA no PLANALTO.

Um deputado de 27 anos de exercício medíocre,  e de instável conduta emocional,  lançou-se candidato à presidência do País,  com uma bandeira anti-corrupção,  e “salvadora da Pátria”.  Foi eleito de forma acidental.  Todos temos na memória o lamentável atentado por ele sofrido.  Tal fato, foi motivo “suficiente”  para que ele – espertalhão  (todos assistiram sua plena recuperação)  – não comparecesse aos debates públicos televisivos,  aonde seriam, fatalmente,  arreganhadas aos eleitores as suas incapaciades cognitivas e administrativas. 

Aqui cabe um parêntese para que nos lembremos da importância dos debates políticos. Por muitas dezenas de anos,  os debates se tornaram vitais para mostrar aos eleitores quem é quem entre os candidatos.  Ou seja, quem tem cabedal social-econômico-político  para dirigir um país com a dimensão;  com a complexidade social,  econômica e política como é o Brasil.

 Um NEGACIONISTA da CIÊNCIA.

O despreparado  Inquilino Passageiro do Palácio do Planalto (também cognominado Capitão Cloroquina), é também um profundo desprezador da Ciência em geral. 

Isso se dá, primeiro por sua mentalidade retrógada, e segundo por carecer de uma formação acadêmica (exceto àquele medíocre e atribulado curso na Escola do Exército das Agulhas Negras  -- (Veja referências bibliográficas,  no final desta Postagem, no box FONTES COMPLEMENTARES).

Face esse anticientificismo,  tal qual seu deus,  seu xamã  Donald Trump, o  Inquilino Passageiro do Palácio do Planalto (também cognominado Capitão Cloroquina), adotou uma postura DESCRENTE DA PANDEMIA DA COVID-19.

RIDICULARIZOU as recomendações da Organização Mundial da Saúde, e IMPEDIU O  ISOLAMENTO SOCIAL, bem como se fez, propositadamente, não se precaver com o USO DAS MÁSCARAS,  facilitando o agravamento das contaminações e as CONSEQUENTES MORTES. 

Crédito da foto:  Sérgio Lima  / AFP

Crédito da imagem:   Rede social   (Twitter @Jair Bolsonaro)

Crédito da foto:   Jornal de Brasília   (divulgação)
Usou e abusou na divulgação para a erradicação da pandemia de Covid-19, de produtos indicados para malária – a Cloroquina e sua variante Hidroxicloroquina (sabe-se lá com que interesses financeiros). 

O gaiato boçal em sua costumaz live das 5ª feiras.

O ridículo captado pelas lentes da câmera do repórter ADRIANO MACHADO /  REUTERS (E que correu mundo afora).

A ANVISA, quando da aprovação do uso das vacinas,  enterrou a aberração do capitão, condenando  o uso da Cloroquina e sua variante, por serem INÓCUAS ao Sars-Cov.2.

Um IDEÓLOGO RETRÓGADO.

A rigidez ideológica por total conhecimento de Ciência Política e Social, sua absoluta  ignorância sobre a História Política e da Civilização, o fez enveredar-se por cipoal de asneiras, levando consigo seus fantáticos seguidores (sejam ministros, sejam meros leitores) a lutarem qual um Dom Quixote de 5ª categoria contra tudo o que representa bom-senso político.

Travou uma batalha contra a China (por concebê-la “comunista”, e – rotular o avançado país oriental de “esquerdopata”.

Para DAR CONTINUIDADE À PRODUÇÃO das VITAIS VACINAS, NECESSITAMOS da CHINA, como o Cristo precisa da cruz.

Desde o último domingo, com a aplicação da primeira dose da vacina CoronaVac (única existente), uma luz de esperança se acendeu, abrindo caminho para o freio das contaminações por Covid-19, e para o caminho da recuperação econômica.

Para tanto, necessitamos que os chineses façam chegar aos nossos laboratórios (Butantan, principalmente), seus fundamentais insumos.  

O programa começou com apenas 6 milhões de doses da CoronaVac, importadas da China.  Os dois milhões de doses da vacina da Oxford, fabricadas na India, não chegaram e, após dois adiamentos, o “governo” do capitão e seus cupinchas desistiu de fixar uma data para receber o produto.

O lote inicial de CoronaVac é suficiente para vacinar APENAS 0,5% dos idosos brasileiros e 34% dos profissionais de saúde do País. O Butantan tem 4,8 milhões de doses da CoronaVac em ase final de produção e aguarda uma nova autorização da ANVISA PARA USO EMERGENCIAL.

 ONDE MORA O PERIGO.

Segundo Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, “há um carregamento de matéria prima pronto na China para ser despachado” , mas que está parado “por problema burocrático”.

Depois de perder a (tão esperada e sonhada) foto, e a glória pela vacina (que ele tanto menosprezou e humilhou)  ELE VAI CONTRA-ATACAR.

É SÓ UMA QUESTÃO DE TEMPO, muito curto, para o homicida transloucado!

Crédito da foto:   Paulo Lopes  / Futura Press

 

FONTES:   O GLOBO / The New York Times / Jornal do Brasil / O Estado de S. Paulo /  Veja-Abril / The Washington Post  /  ISTO É /  Folha de S. Paulo / TV Globo  / G1 / Jornal de Brasília /  Jornal Braziliense / REUTERS / AFP

 

FONTES COMPLEMENTARES  DESTE ARTIGO :

1 - Carvalho, Luiz Maklouf (1 de abril de 2018). “O julgamento que tirou Bolsonaro do anonimato”. O Estado de São Paulo. (Consultado em 8 de outubro de 2018)

2 - Schaffner,  Fábio  “5 facetas de Jair Bolsonaro”.  GaúchaZeroHora

 3 - Revista  Época. 27 de julho de 2018 - “Como foram os anos de formação de Bolsonaro em Eldorado-Xiririca, no interior de São Paulo”.

 

    COMENTÁRIOS:

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7 comentários:

  1. Eita, meu Amigo (e sempre Mestre) Lago! Você deu uma Marechal (ou acima disso). Essa sua novíssima Postagem está MAGNIFICAMENTE GI-GAN-TE. -- Toneladas de APLAUSOS, Lago! -- Zé Antônio, de BELO HORIZONTE

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    1. Olá, Zé Antônio, meu Querido Amigo. Você está redondamente enganados. O MESTRE é, e sempre será, Você. Esclarecido esse ponto, lhe AGRADEÇO MUUUUIIIIITTTO suas sempre saborosas palavras. As VACINAS ESTÃO AÍ. Logo estaremos TODOS JUNTOS. --- ABRAÇOS, meu Amigo.

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  2. PARABÉNS, Lago! Dizer mais o quê, diante de tanto encantamento? Hein? Só APLAUSOS, APLAUSOS, APLAUSOS. --- Logo estaremos juntos, sem dúvida alguma. -- BEIJOS -- Rosa Penteado / Rio de Janeiro

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    1. Tim!... Tim!... Te saúdo, minha Doce Rosa, com muitos BEIJOS. E, do fundo desse ---AGORA ALEGRE-- coração, eu te agradeço por essas tuas encantadoras palavras. Não esqueça nunca que Você é uma das idealizadoras do BARRACO. Assim, tudo o que é criado, tudo o que é publicado, tem ENORMES PARTES de Você. -- Grato, uma vez mais. -- VEM VACINA!!!

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  3. BOM DIA, para Todos, e em especial para Você, LAGO. Daqui de nossa Uberaba eu te mando um MUNDARÉU DE APLAUSOS. A Postagem sobre a primordial VACINAÇÃO está ESPLENDIDA. -- Obrigado por Você e o BARRACO existirem. --- Mauro Soares.

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  4. MANY CONGRATULATIONS, Mr. Lago. I would let here my WARM APPLAUSE. --- I am also sending MANY OTHERS via email. ---- YOU ARE WORTH THE GOLD. --- Thomas Friedman. / New York Times - N.Y.

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    1. GOOD MORNING, my Dear Friend Thomas --- Your words are a great encouragement. As always, you are very kind. When I have opened the email, I will thank you again. Thanks for your affection.

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