terça-feira, 7 de julho de 2020

...E O “MESSIAS” CAIU DO CAVALO.   Ou melhor,   USANDO DO SEU LINGUAJAR CHULO: ― SE “FODEU”
 

        ―  Reza o ditado português:  “Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe”. 

Nunca um dito popular caiu tão bem. 
Por mais de 3 meses, o capitão Jair menosprezou a severidade da Covid -19. 
Mais:  ridicularizou a letalidade desse novo coronavírus rotulando-o de uma “gripezinha”, “um resfriadinho de bosta”. 
Crédito da imagem:  Twitter.com
Crédito da imagem:     Diário on line  /  Correio Braziliense

NOTA:   Antes de darmos procedimento,  ressaltamos que crédito da foto que ilustra o título da postagem é da Folha_Impacto, a quem agradecemos.

O ex-capitão Jair,  desvairado pela sua psicose de “Super Homem”,  sempre se expôs acintosamente sem as proteções recomendadas pelos agentes internacionais de Saúde Pública, e referendadas pelos nossos dois ex-ministros da Saúde  –  os quais o tal "messias" deu-lhes um ”pé-na-bunda” (usando seu vocabulário próprio de botequim de ponta de rua). 
Ex-ministros da Saúde: Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich   -  Crédito das fotos:  Ueslei Marcelino / Reuters e Gabriela Biló / Estadão, respectivamente. 
 O “mito’ criado  por seus asseclas,  em total desrespeito à dor e às lágrimas de dezenas de famílias enlutadas,  criminosamente ADULTEROU os  dados dos números diários de brasileiros infectados e mortos pelo novo coronavírus.  E o que é pior:  gargalhou da miséria do nosso povo sofrido (nosso; não dele, calhorda),  quando de suas peripécias trepado no lombo de um cavalo;  ou em cima de um jet-ski;  ou aboletado em um helicóptero.
Crédito das fotos:  No sentido horário:  Twitter.com  / Facebook.com  /  Revista Veja
Ou,  criminosamente,  misturando-se com seus patológicos fanáticos seguidores no “cercadinho”;  ou na rampa de seu “circo-palácio".   Ou ainda devorando sanduíches à la-Jânio Quadros e ou Lula.     
Crédito das imagens:   Superior: Gabriela Biló  /  Estadão  --  Inferior:  Jornal de  Brasília (divulgação)
Crédito da imagem:     Facebook.com  
O subterfúgio
Em maio último,  o Jornal 'O Estado de S. Paulo' pediu na Justiça acesso aos exames que o capitão-(des)governante  havia anunciado ter realizado.  No entanto, o “mito” recusou a mostrar os documentos até o processo judicial.   Quando,  por força da lei, foi obrigado a apresentar os resultados dos exames, o fez  como fazem os malfeitores. Utilizou-se de nomes fictícios: "Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz" (um adolescente),  "Airton Guedes",   e " 05 " .
Crédito da imagem:  Twitter.com 

 Enfim, SEM ESCAPATÓRIA

Enfim – como reza outro ditado português – "o castigo veio a cavalo".  Tardiamente,  mas veio:  o “messias” caiu vítima do seu doentio menosprezo ao letal novo coronavírus.  

Crédito da imagem:   Ueslei Marcelino   /     Reuters
Mas, vai se safar.  Independente de rezas e mandingas,  ou do uso da  cloroquina,  ou hidroxicloroquina.  Vai se safar,  tão somente,  por estar sob os cuidados de excelentes profissionais da medicina.  A mesma medicina que, como outras Ciências,  ele jogou nas latas de lixo.  

Vai se safar,  e – como é de sua imunda índole – vai tirar proveito politicamente de sua contaminação,  e de sua recuperação.
 
Crédito da imagem:   Gabriela Biló    /   Estadão
Que tire seu proveito político.  Que o faça.  Mas sem se esquecer da gigante maioria de nós,  que não possui assistência médica adequada da qual ele faz uso;  sem  leitos em hospitais como ele os tem;  sem respiradores hospitalares como ele os utiliza.

Que tire seu proveito político.  Que o faça.  Mas sem esquecer da gigantesca maioria de nós que mora amontoada em casebres,  sem a mínima possibilidade de um vital isolamento,  como ele o faria (se tivesse um pingo de vergonha na cara), morando em seu amplo,  rico e moderno palácio.

Que tire seu proveito político.  Continuando a fazer suas imundas PALHAÇADAS, mas respeitando a dor e o pranto dos cidadãos brasileiros. 
Crédito da imagem:    Dida Sampaio    /    Estadão



FONTES:  O Estado de S.Paulo  /  A Folha de S. Paulo / Jornal de Brasília / Correio Braziliense  / VEJA  /  ÉPOCA  / ISTO É /  UOL Notícias / Facebook / Twitter / 


sábado, 27 de junho de 2020


AMIGOS DO PEITO
       O ex-capitão Jair fez o possível e o impossível para impedir os avanços das investigações sobre a organização criminosa que lavava dinheiro no gabinete do filho mais velho, Flávio, quando este era deputado estadual no Rio de Janeiro.

Antes de proseguirmos, concedamos os créditos às fotos que ilustram o título da postagem:  No sentido horário: Twitter (@jairbolsonaro – Twitter @FlavioBolsonaro – VEJA – Facebook Jair Messias Bolsonaro – Youtube / Jornal do Brasil

É notória a tentativa ferrenha do ex-capitão Jair de intervir na Polícia Federal do Rio de Janeiro  (o que resultou na saída do então ministro da Justiça e Segurança Pública – Sérgio Moro).   Um exemplo dessa sua patológica necessidade ficou clara na infame reunião ministerial do dia 22 de abril.  Como não se sabia que a gravação da reunião viria a ser escancarada ao público –  por determinação do ministro do STF, Celso de Mello –  o ex-capitão Jair,  no seu linguajar peculiar,  deixou cair a máscara.  
Veja a joia da fala do ex-capitão,  em desespero, neste video.   (Para tanto, basta clicar  no link abaixo)
E aqui, nós colocamos à disposição, a transcrição da fala do ex-capitão.  Deliciem-se, ou horrorizem-se:
"Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro oficialmente e não consegui. E isso acabou.  Eu não vou esperar foder minha família toda de sacanagem,  ou amigo meu,  porque eu não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha que pertence à estrutura.  Vai trocar; se não puder trocar, troca o chefe dele; não pode trocar o chefe, troca o ministro. E ponto final.  Não estamos aqui pra brincadeira". 
 O ex-capitão não conseguiu trocar nada. 
E, o que é pior: viu um seus amigos do peito ser trancafiado.
Queiroz na sala da residência em Atibaia, quado da prisão  -   Crédito da imagem: BAND Tv
O policial militar aposentado, Fabrício Queiroz,  amigo íntimo da família Bolsonaro  e ex-assessor do então deputado Flávio  (filho mais velho do ex-capitão Jair),  acabou sendo preso,  na manhã do dia 18 deste mês,  em Atibaia,  numa operação conjunta da Polícia Federal do Rio de Janeiro e a de São Paulo, a partir de rastrejamento de celulares.  Ele foi transferido para o Rio no mesmo dia, e  está isolado em uma cela de seis metros quadrados no Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, conhecido como Bangu 8, no Complexo de Gericinó.
“Parecia que estavam prendendo o maior bandido da face da Terra” – disse o ex-capitão Jair sobre Queiroz
Assista a "fantástica" indignação do ex-capitão pela prisão de um dos seus amigos do peito. 

Crédito da imagem:  Live de Jair Bolsonaro em rede social própria
O tal do Fabrício Queiroz  era, na intimidade dos bolsonaros,  um autêntico “pau pra toda obra”.  Quando assessor parlamentar de um tal deputado Flávio, o Queiroz participava do clássico esquema denominado "rachadinha”. 

Foi pelo exercício,  sistemático,  dessa “nobre função”  que o rígido juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal,  autorizou a prisão do ex-assessor,  apontando repasses salariais de "funcionários" para a conta do tal Queiroz,  em valores milionários,  e saques posteriores.
Flávio Itabaiana   (Juiz da 27ª Vara criminal)    –     Crédito da foto:  Felipe Cavalcanti  /  TJ-RJ     
O ex-assessor  Fabrício Queiroz  foi,  assim,  apontado  pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, como operador do esquema de "rachadinha” atinente aos "funcionários" de Flávio na Alerj  – "funcionários" esses existentes de fato,  ou meramente "fantasmas" –que devolviam parte dos salários recebidos.  O dinheiro arrecadado era,  então "lavado", ou por meio de uma loja de chocolates,  e/ou por aplicações no setor imobiliário.  O Ministério Público também apontou, em suas investigações, que Fabrício Queiroz também depositava valores na conta do "chefe" Flávio de forma fracionada,  em valores menores.   Além disso, Queiroz fazia,  regularmente,  pagamentos das despesas pessoais de Flávio e de sua família.

(Clique,  abaixo,  no link da fonte se o desejar)

Segundo as investigações, no dia 1º de outubro de 2018, Queiroz fez pagamentos em espécie de R$ 6.942,55 referentes às mensalidades das duas filhas do seu então "chefe".  Os investigadores observaram que  não foram identificados, seja na conta de Flávio,  seja na conta de sua esposa, saques compatíveis aos valores pagos.

  (Se desejar ler maiores detalhes dessas imundas operações,  clique abaixo,  no link da fonte )

 Tais detalhes da investigação que resultou na prisão de Queiroz na última quinta-feira (18) estão na decisão judicial da 27ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do RJ. 
Câmeras da agência bancária da Assembleia Legislativa (Alerj) mostram Queiroz pagando dois boletos escolares das filhas de Flávio, segundo o Ministério Público.
Frame das filmagens das cameras da agência bancária da Alerj, em que é captado  Queiroz pagando dois boletos escolares das filhas de Flávio Bolsonaro, segundo o MP  - Imagem 1º/outubro/2018
 (Clique,  abaixo,  no link da fonte se o desejar)
As imagens do circuito interno de uma agência bancária,  dentro da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro),  mostraram o momento em que Fabrício Queiroz pagou dois boletos escolares das filhas de Flávio Bolsonaro,  em dinheiro vivo,  na manhã de 1º de outubro de 2018,  aponta o MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro).  Em seguida, ele ainda fez um saque de R$ 5.000, 00.  O registro consta em um documento de 80 páginas encaminhado pelo MP-RJ à Justiça com o pedido de prisão preventiva do ex-assessor,  acusado de operar um esquema de “rachadinha” no gabinete do então deputado estadual Flávio. 
O atual senador nega as acusações.
Sequência de Frame das filmagens das cameras da agência bancária da Alerj, em que é captado  Queiroz pagando dois boletos escolares das filhas de Flávio Bolsonaro, segundo o MP  - Imagem 1º/outubro/2018

Pelas imagens, é possível observar que Queiroz levou apenas sete minutos para fazer as transações bancárias, segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro.
O vídeo mostra que ele entrou na agência bancária da Alerj,  às 10h21,  com um maço de dinheiro e dois boletos bancários nas mãos.  De acordo com a investigação,  eram as mensalidades escolares das duas filhas de Flávio, nos valores de R$ 3.382,27 e de R$ 3.560,28,  totalizando R$ 6.942,55.

FONTES:  O Estado de S.Paulo  /  A Folha de S. Paulo / Correio Braziliense  / VEJA  /  ÉPOCA  / ISTO É /  
UOL Notícias / Youtube – Video da Reunião Ministerial de 22/04